Como começar uma assinatura de vídeos: sete opções reais, comparadas com honestidade.
YouTube, Patreon, plataformas de cursos, Vimeo OTT, Uscreen, stacks no-code como Webflow + Memberstack, hospedagem própria ou uma plataforma de nicho gerenciada: sete jeitos reais de começar, no que cada um é bom e onde ele custa caro sem você perceber.
Ler a coluna →Como atletas de jiu-jitsu e grappling ganham dinheiro com vídeo
Aulas particulares, seminários, instrucionais, Patreon e agora uma assinatura com o seu próprio nome. Como os lutadores têm ganhado dinheiro com vídeo, para onde isso está indo e o que a SubPro tira das costas do atleta.
Ler a coluna →Como mudaram as assinaturas de jiu-jitsu e grappling
A academia inteira (Gracie University, AOJ), cada situação (Caio Terra Online), o conceito (Submeta) e o formato mais novo: um caderno. Quatro jeitos de montar uma assinatura de grappling e para quem cada um serve.
Ler a coluna →Uma assinatura de técnicas precisa de três pessoas
Não depende só do atleta. O desenvolvedor, quem aparece no vídeo e quem assiste precisam manter o feedback circulando. Como a SubPro faz isso, do lançamento experimental às legendas que os próprios alunos podem corrigir.
Ler a coluna →Pelo que você é conhecido?
Branding é dobrar a imagem que o atleta já tem: o que você diz, o que você veste, a sua marca registrada. O que mais importa é a consistência e achar uma pessoa que seja boa nisso.
Ler a coluna →Para quem a assinatura serve, e para quem não serve
Até atletas famosos veem suas assinaturas estagnarem. Assinatura combina com quem quer postar todo dia. Se não é o seu caso, venda 10 ou 20 vídeos como um pacote on demand.
Ler a coluna →Instrucional que não se esforça para transmitir não vende
Instrucional não falta. Só falando normalmente, dos 100 que você tem na cabeça, chegam uns 50. Palavras, ordem, ângulos, legendas, tradução, dublagem: não economizar nesses passos é o que faz a diferença.
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