Field Notes · N°004

Uma assinatura de técnicas precisa de três pessoas

Tempo de leitura 5 minTema Como é construídoPor Hiromichi Fujiwara

Uma assinatura de técnicas dar certo ou não não depende de quanto o atleta se esforça.

Esta coluna fala de atletas de novo. Mas não só deles. Fala de como o atleta e a plataforma trabalham juntos, e de por que isso importa muito mais do que as pessoas imaginam.

Desenvolvedor, quem ensina e quem assiste passando o feedback adiante num ciclo

01 Nem só o atleta, nem só o design

Quando olho para as assinaturas de técnicas que estão indo bem, não parece que é um atleta fazendo tudo sozinho.

Não tenho como saber com certeza. Mas fico com a forte impressão de que, por trás de cada uma, existe um bom desenvolvedor dando forma ao funcionamento.

Então um bom design basta? Não exatamente.

O desenvolvedor pode querer tirar mais de um design, mas se quem ensina não entende, tudo desmorona ali mesmo.

Também funciona ao contrário. Quem ensina pode saber exatamente como quer mostrar uma técnica, e se o desenvolvedor não consegue construir, a coisa trava.

Só um dos dois não basta. Uma boa assinatura nasce quando os dois se encaixam.

02 Existem três pessoas nisso

Toda assinatura de técnicas tem três pessoas: o desenvolvedor, quem ensina (o atleta ou professor) e quem assiste.

As três vozes importam.

Quem assiste pode dizer: queria que tivesse isso. Quem ensina pode dizer ao desenvolvedor: quero mostrar assim. O desenvolvedor responde: então vamos fazer assim, e constrói.

Isso fica rodando. Vamos fazer isso, vamos fazer aquilo, e vai melhorando cada vez mais.

03 O grappling cresceu junto com o vídeo

Por que isso pesa tanto justamente no jiu-jitsu e no grappling?

Porque o jiu-jitsu e o grappling evoluíram junto com o vídeo.

Quem ensina tem orgulho de o vídeo ter feito a sua evolução. Quem assiste também aprendeu com vídeo. Então todo mundo tem opinião. E se funcionasse assim?

Precisa existir um lugar onde essas opiniões possam ir e voltar.

04 Como fazemos na SubPro

Então, como a SubPro faz isso na prática?

Primeiro, antes do lançamento. O atleta e a SubPro definem juntos como o site deve ser, e vão construindo pelo caminho.

Quando está adiantado o bastante, fazemos um lançamento piloto. Os clientes entram e a gente escuta. Quando os bugs sérios já sumiram quase todos, lançamos de verdade.

Depois do lançamento, sempre existe um fórum e um jeito de reportar problemas. O que chegar, a gente corrige rápido.

Moldar juntos, lançamento piloto, lançamento completo, abrir a porta, corrigir rápido
O fórum dos membros, com perguntas e dicas (demo)

As legendas funcionam do mesmo jeito.

As legendas são feitas com IA. E às vezes, pelo jeito como ela funciona, ela não pega uma palavra ou entende outra coisa. Então qualquer pessoa assistindo pode mandar uma correção: acho que essa linha deveria dizer isto.

Corrigindo uma vez, o mesmo erro vai sendo corrigido aos poucos nos outros vídeos também. As palavras difíceis apontadas pelos alunos entram num glossário, para que as próximas traduções não repitam o erro.

Quem assiste corrige, vai para o glossário, os outros vídeos melhoram, a próxima tradução acerta

Quem assiste, quem ensina e a SubPro. Nós três empurramos juntos, e é assim que um site de assinatura é construído.

05 A chave daqui para frente

Não um lugar onde o atleta se mata sozinho. Não uma plataforma que só aluga uma caixa.

Um lugar onde o desenvolvedor, quem ensina e quem assiste trocam ideias e melhoram tudo juntos.

Acho que é isso que vai mudar o mercado de vídeos de técnica.

Se você é atleta ou professor e procura alguém para construir isso com você, venha conversar com a gente.

Sou japonês, mas por escrito o inglês não é problema para mim. No chat sou bem rápido. WhatsApp ou qualquer outro serve. Falando, eu sou um pouco lento.

CEO da SubPro
Hiromichi Fujiwara

Quer um lugar só seu?

Conte o que você tem em mente e a gente define o formato juntos. Conversar é de graça.

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